| dc.description.abstract | Este artigo tem como objetivo realizar uma análise comparativa dos três modelos de administração pública no Brasil: Patrimonialista, Burocrático e Gerencial. A pesquisa adota uma abordagem qualitativa, fundamentada em uma revisão bibliográfica das características, influências e impactos de cada modelo na gestão pública brasileira. A metodologia inclui a elaboração de uma Quadro comparativo que sintetiza as principais características, vantagens e desvantagens de cada modelo, além de discutir suas implicações na administração pública e na relação do Estado com a sociedade. Os resultados mostram que, enquanto o modelo patrimonialista se caracteriza pela concentração de poder nas mãos do governante e práticas clientelistas, o modelo burocrático prioriza a impessoalidade e a eficiência, mas pode se tornar rígido e distante das necessidades do cidadão. Por sua vez, o modelo gerencial busca aproximar o Estado das práticas do setor privado, com foco em resultados, eficiência e atendimento ao público, embora possa negligenciar aspectos sociais em sua busca por resultados. As conclusões indicam que a transição entre os modelos reflete as mudanças sociais, políticas e econômicas do Brasil, sendo necessário um equilíbrio entre eficiência administrativa e atendimento às demandas da sociedade. | pt_BR |