Marcadores genéticos relacionados ao autismo

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Tipo de documento

TCC

Data de publicação

2023

Departamento

Escola Superior de Saúde Única

Curso

Biomedicina

Local de publicação

Curitiba/PR

Modalidade de acesso

Acesso aberto

Autor(es)

Guedes, Gisele Publiese

Orientador(es)

Paula, Larissa de

Coorientador(es)

Membros da banca

Resumo

Devido ao crescente número de casos identificados como transtorno do espectro do autismo a comunidade científica tem concentrado seus esforços em buscar marcadores que possam atribuir o diagnóstico de forma mais prática e rápida. Uma vez que hoje este é atribuído após a análise de uma equipe multidisciplinar. O autismo tem sua origem em fatores fenótipos e genótipos, hoje temos documentado mais de 1000 gens relacionados ao TEA, o que dificulta significativamente o desenvolvimento de testes laboratoriais acessíveis. Dentre tantos os cromossomos 2 e 7 apresentam maior prevalência nos diagnósticos, além de síndromes associadas, apresentando destaque para a Síndrome do X-Frágil e variantes de gens específicos como SHANK3. Em muitos casos novas mutações surgem no DNA do indivíduos filhos de pais não afeados. O presente artigo é de caráter descritivo, baseando-se em revisão sistemática da literatura (nacional e internacional), produzida preferencialmente nos últimos dez anos e divulgada por meio de artigos e periódicos publicados 18 em revistas indexadas da área da Saúde, os quais abordaram o transtorno do espectro autista. A compreensão do Transtorno do espectro Autista está em constante evolução, identificando as condições genéticas e ambientais que contribuem para sua prevalência.

Palavras-chave

Autismo, Transtorno do espectro autista, Cromossomos, Marcadores genéticos, TEA

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