Negociações internacionais e as diferenças de cultura: entre Brasil-China e Brasil-Estados Unidos
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Tipo de documento
TCC
Data de publicação
2018
Departamento
Escola de Gestão Pública, Política, Jurídica e Segurança
Curso
Relações Internacionais
Local de publicação
Curitiba/PR
Modalidade de acesso
Acesso aberto
Autor(es)
Bussler, Aline Fonseca
Orientador(es)
Melo, Leonardo Mèrcher Coutinho Olímpio de
Coorientador(es)
Membros da banca
Resumo
A globalização cada vez mais frequente na vida das corporações e dos indivíduos trouxe a necessidade de relacionamento e contato com culturas de todos os lugares do globo, muitas vezes de forma imediata. Os agentes que atuam no campo das negociações internacionais podem, muitas vezes, não estarem preparados para as novas exigências do mercado internacional. As duas mais importantes nações parceiras comerciais do Brasil atualmente – China e Estados Unidos da América vêm de âmbitos históricos muito distintos. O impacto cultural sobre as empresas que atuam diretamente nas negociações é extremo. O estudo mais significativo sobre culturas foi realizado e publicado por Geert Hofstede, com base nessa pesquisa, podemos identificar as influências culturais e como esses costumes são delineados. A Escola Nórdica de Uppsala foi responsável por uma investigação no processo de internacionalização de empresas nacionais. O objetivo desse trabalho é analisar e verificar quais os aspectos que mais influenciam nas negociações dos brasileiros com chineses e estadunidenses. Assim como, verificar e avaliar diferenças culturais segundo perspectivas teóricas da internacionalização. A metodologia utilizada foi uma pesquisa qualitativa com embasamento documental e bibliográfico com o propósito de descrever os fenômenos que justificam o trabalho. Os resultados obtidos geram um conhecimento muito significativo para que possamos ter vantagens e estarmos um passo à frente no momento das negociações.
Palavras-chave
Cultura, Hofstede, Escola Nórdica, Brasil, China, Estados Unidos
