A missão dos cristãos leigos e leigas: do Concílio Vaticano II ao Papa Francisco
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Tipo de documento
TCC
Data de publicação
2021
Departamento
Escola de Educação
Curso
Teologia Católica
Local de publicação
Modalidade de acesso
Acesso aberto
Autor(es)
Silva, Fernandes Barnabé da
Silva, Fátima A. Benevides Santos da
Orientador(es)
Coorientador(es)
Membros da banca
Resumo
A missão é entendida como sair de si para levar aos outros uma novidade
transformadora. Desde Abraão Deus chamou os seres humanos a sair de sua terra
par ir onde Ele irá indicar. Através dos anos a Igreja se voltou para a evangelização
feita de forma a alcançar os mais longínquos cantos, buscando o encontro, o diálogo
e acolhimento aos mais frágeis e excluídos. A natureza da missão é antes de tudo
conhecer, respeitar e se integrar a diferentes tipos de culturas para assim conseguir
levar de forma correta o Evangelho a determinada “tribo”. Com a mudança dos
tempos, é preciso que a forma de evangelizar também seja modificada, sem
comprometer a sua essência. Desde o Concílio Vaticano II (1962-1965) até os dias
atuais a Igreja preconiza que os cristãos leigos possuem papel fundamental nessa
maneira de evangelizar, pois cada um na sua realidade de vida pode ser testemunho
vivo do Evangelho. O ardor missionário é o combustível que move toda a Igreja para
em saída buscar aqueles irmãos que estão nas periferias existenciais. A preocupação
com os nossos interesses, nos distancia do outro, consequentemente não ouvimos a
voz de Deus, quando somos chamados a ser peregrinos, devemos buscar os mais
necessitados, exercendo as diversas tarefas; de ensino, administração, atividades
paroquiais e outros. É preciso fazer com que todas as estruturas da Igreja se tornem
mais missionárias, pois fomos enviados, juntos com os apóstolos, aos caminhos da
missão por todas as terras.
Palavras-chave
Missão, Igreja, Vaticano II, Leigo
