Funções executivas e os problemas de aprendizagem
| dc.contributor.advisor | Mello, Eloisa Helena | |
| dc.contributor.author | Loch, Elaine Cristina da Silva | |
| dc.date.accessioned | 2022-05-13T18:24:51Z | |
| dc.date.available | 2022-05-13T18:24:51Z | |
| dc.date.issued | 2020 | |
| dc.degree.date | 2022 | pt_BR |
| dc.degree.department | Escola de Educação | pt_BR |
| dc.degree.graduation | Psicopedagogia | pt_BR |
| dc.degree.grantor | Centro Universitário Internacional Uninter | pt_BR |
| dc.degree.level | Graduação | pt_BR |
| dc.degree.local | Curitiba, Brasil/Paraná | pt_BR |
| dc.description.abstract | O presente artigo refere-se ao estudo das funções executivas e das relações desta com os problemas de aprendizagem bem como as possíveis intervenções psicopedagógicas. Buscou-se através dele um aprofundamento no assunto, conhecendo melhor o conceito de funções executivas, verificando como elas se desenvolvem e como influenciam no processo de ensino e aprendizagem. Durante a pesquisa estudou-se sobre a aprendizagem e sobre as principais dificuldades que as cercam. Observou-se quais possíveis prejuízos nas funções executiva o indivíduo que tem algum transtorno apresenta e buscou-se conhecer algumas estratégias de intervenção para amenizar ou até mesmo eliminar alguns problemas. Durante a pesquisa pode-se perceber que, nem sempre o aprendente possui um transtorno específico, em muitos casos há apenas uma disfunção executiva, esta pode ser regulada com um plano de intervenção adequado, que vá de encontro a necessidade de cada um. Sabendo disso, percebe-se a importância de conhecer bem o assunto, pois desta forma pode-se avaliar o caso corretamente e evita-se rótulos desnecessário aos aprendentes que muito sofrem com isso. Através desta pesquisa pode-se descobrir como algumas atividades, consideradas simples e de fácil acesso, podem contribuir com o desenvolvimento e a regulação das funções executivas, melhorando não somente o processo de ensino e aprendizagem, mas também a vida do sujeito. Descobriu-se ainda que, apesar das funções executivas se desenvolverem melhor na infância, com seu ápice em torno dos 6 e 8 anos, elas podem ser estimuladas durante toda a vida. | pt_BR |
| dc.format.mimetype | application/pdf | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.uninter.com/handle/1/986 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.rights | Acesso aberto | pt_BR |
| dc.subject | Dificuldades de aprendizagem | pt_BR |
| dc.subject | Funções executivas | pt_BR |
| dc.subject | Intervenção psicopedagógica | pt_BR |
| dc.title | Funções executivas e os problemas de aprendizagem | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |
