A pobreza menstrual e o reflexo na educação

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Tipo de documento

TCC

Data de publicação

2021

Departamento

Escola de Educação

Curso

Ciências Biológicas

Local de publicação

Curitiba, Brasil/Paraná

Modalidade de acesso

Acesso aberto

Autor(es)

Jost, Lana

Orientador(es)

Machado, Fábio

Coorientador(es)

Membros da banca

Resumo

Este trabalho tem como objetivo evidenciar problemas que consolidam a pobreza menstrual. Busca-se entender porque menstruação e tabu andam lado a lado ainda nos dias de hoje. É necessária a compreensão de mitos e crenças negativas e incabíveis em torno da menstruação que se estendem ao longo dos anos. Assim como é de grande relevância questionar a desigualdade de gênero, e implicar ao fato de que absorventes não são gratuitos, apesar de serem essenciais, visto que menstruar não se trata de uma escolha. Torna-se fundamental a compreensão do assunto, pois milhares de meninas, mulheres, transexuais, intersexuais e pessoas não binárias, não possuem acesso a itens básicos de higiene, infraestrutura, nem o mínimo conhecimento sobre menstruação, sobre o corpo e suas necessidades físicas e biológicas. Sem contar com o sentimento de vergonha que carregam muitas vezes, pelo fato da menstruação ser atribuída a algo sujo e intocado e que precisa ser silenciada. Este artigo tem como finalidade, mostrar como a precariedade menstrual afeta diretamente na educação, e como a falta de uma educação direta sobre o assunto enfatiza ainda mais o problema. Para isso, foram feitas pesquisas bibliográficas em diversos repositórios de universidades e sites de buscas, que então foram selecionados para fichamento.

Palavras-chave

Menstruação, Tabu, Educação, Desigualdade de gênero

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