Holocausto: memória coletiva e negacionismo

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Tipo de documento

TCC

Data de publicação

2022

Departamento

Escola de educação

Curso

História

Local de publicação

Modalidade de acesso

Acesso aberto

Autor(es)

Silva, Ewerton Samir Cavalcante Calaça

Orientador(es)

Frezarin, Maria Silvana

Coorientador(es)

Membros da banca

Resumo

Este artigo aborda o fenômeno do Negacionismo do Holocausto de extrema direita na dimensão da disputa pela memória coletiva. Reconhece-se aqui não se tratar de algo novo, pois os primórdios dos movimentos que negam esse acontecimento trágico remontam a pelo menos à década de 1940. Num primeiro momento, conceituou-se que esse processo trata da negação de que fatos e acontecimentos históricos tenham ocorrido, com base em documentos e afirmações falsas. Diante da grande variedade de negacionismos envolvendo esse evento, escolheu-se estudar o fenômeno do negacionismo de extrema-direita. Logo, o campo de disputa em que esses discursos ocorrem é o da memória, essencial à constituição da identidade de indivíduos e grupos. Em seguida, procedeu-se uma análise das dimensões que podem tornar difícil a pessoas e grupos relatar as suas experiências vividas em relação a um acontecimento traumático. Ao final, foi realizada um exame das intenções políticas e argumentos utilizados para negar o fato histórico do Holocausto. Nesta pesquisa, adotou-se o método da análise bibliográfica, por meio do estudo da literatura relacionada ao tema, de modo a compreender as causas do fenômeno estudado. Este trabalho conclui que o negacionismo do Holocausto recorre a documentos falsos e mentiras em prol da intenção política de tornar algum projeto de fascismo aceitável novamente no futuro.

Palavras-chave

Holocausto, Negacionismo, Extrema-direita, Sobreviventes, Memória coletiva

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