Crítica à epistemologia da cognição do jurado em plenário do júri

dc.contributor.advisorSouza, André Peixoto de
dc.contributor.authorTortato, Carla Juliana
dc.contributor.refereeSouza, André Peixoto de
dc.contributor.refereeLudwig, Celso Luiz
dc.contributor.refereeDissenha, Rui Carlo
dc.contributor.refereeMotta, Felipe Heringer Roxo da
dc.date.accessioned2022-10-13T19:58:36Z
dc.date.available2022-10-13T19:58:36Z
dc.date.issued2020
dc.degree.date2020pt_BR
dc.degree.departmentPró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensãopt_BR
dc.degree.graduationMestrado Acadêmico em Direitopt_BR
dc.degree.grantorCentro Universitário Internacional Uninterpt_BR
dc.degree.levelMestradopt_BR
dc.degree.localCuritiba, Brasil/Paranápt_BR
dc.description.abstractO Tribunal do Júri brasileiro se apresenta como uma estrutura jurídica longeva, que desafia o tempo, seus críticos e seus defensores. A adequação dos ritos processuais é um processo normal e esperado face às transformações sociais. O processo legal é regra no direito processual penal brasileiro e as decisões terminativas de mérito devem ser exaurientes, e não sumárias. O presente projeto de pesquisa analisou a conformidade entre o rito da sessão plenária do Tribunal do Júri, na forma em que está disciplinado no ordenamento jurídico brasileiro infraconstitucional, com os direitos e garantias individuais elencados na Constituição da República e os Direitos Humanos. A problemática versa sobre a forma adotada pelo legislador através da Lei nº 11.689/2008 quanto à possibilidade de formação de cognição pelos jurados dos autos processuais em júri. A metodologia proposta analisou a formação de cognição do conselho de sentença objetivando verificar a competência material para proferir uma decisão terminativa de mérito através da forma processual admitida pelo Código de Processo Penal. A pesquisa empírica foi realizada individualmente com jurados na cidade de Curitiba e Região Metropolitana a partir das matrizes jurídicas fundamentais do Direito Processual Penal contemporâneo. O resultado final apontou para a uma decisão de mérito com força de uma cognição sumária por parte do jurado, foram analisadas também as consequências para o meio jurídico sob o prisma da filosofia da Libertação de Enrique Dussel e o Princípio da Esperança de Ernest Bloch.pt_BR
dc.format.extent104pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.uninter.com/handle/1/1221
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.subjectDireito Processual Penalpt_BR
dc.subjectJuradospt_BR
dc.subjectSentençapt_BR
dc.subjectCognição sumáriapt_BR
dc.subjectCognição exaurientept_BR
dc.titleCrítica à epistemologia da cognição do jurado em plenário do júript_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR

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