O ativismo judicial na criminalização da homofobia
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Tipo de documento
TCC
Data de publicação
2023
Departamento
Escola de Gestão Pública, Jurídica, Política e Segurança
Curso
Direito
Local de publicação
Curitiba, Brasil/Paraná
Modalidade de acesso
Acesso aberto
Autor(es)
Folle, Gabriela Turcatti
Orientador(es)
do Prado, Safira Orcatto M.
Coorientador(es)
Membros da banca
Resumo
O presente artigo tem por objetivo a análise das decisões da Ação Direta de
Inconstitucionalidade por Omissão n° 26 e do Mandado de Injunção n°4733, que
buscavam criminalizar as condutas homofóbicas e transfóbicas equiparando-as ao
crime de racismo. Inicialmente, demonstrar-se-á o Princípio da Separação dos
Poderes com seus fundamentos, bem como sua contextualização tanto no
Constitucionalismo, quanto no Neoconstitucionalismo trazendo um panorama do
ativismo judicial no Brasil. Após, analisar-se-á a não tipificação da conduta de
homofobia e transfobia no ordenamento jurídico brasileiro. Em seguida, será analisado
no que tange o julgado da ADO n°26 e do MI n°4733, com ênfase em uma possível
afronta ao princípio da legalidade e ao princípio da separação dos poderes. Sob a
ótica da Suprema Corte foram apresentados os votos dos Ministros, bem como sob a
ótica Doutrinária foram demonstrados uma série de argumentos para a
fundamentação sobre uma possível afronta cometida aos Princípios norteadores da
Constituição.
O presente artigo tem por objetivo a análise das decisões da Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão n° 26 e do Mandado de Injunção n°4733, que buscavam criminalizar as condutas homofóbicas e transfóbicas equiparando-as ao crime de racismo. Inicialmente, demonstrar-se-á o Princípio da Separação dos Poderes com seus fundamentos, bem como sua contextualização tanto no Constitucionalismo, quanto no Neoconstitucionalismo trazendo um panorama do ativismo judicial no Brasil. Após, analisar-se-á a não tipificação da conduta de homofobia e transfobia no ordenamento jurídico brasileiro. Em seguida, será analisado no que tange o julgado da ADO n°26 e do MI n°4733, com ênfase em uma possível afronta ao princípio da legalidade e ao princípio da separação dos poderes. Sob a ótica da Suprema Corte foram apresentados os votos dos Ministros, bem como sob a ótica Doutrinária foram demonstrados uma série de argumentos para a fundamentação sobre uma possível afronta cometida aos Princípios norteadores da Constituição.
O presente artigo tem por objetivo a análise das decisões da Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão n° 26 e do Mandado de Injunção n°4733, que buscavam criminalizar as condutas homofóbicas e transfóbicas equiparando-as ao crime de racismo. Inicialmente, demonstrar-se-á o Princípio da Separação dos Poderes com seus fundamentos, bem como sua contextualização tanto no Constitucionalismo, quanto no Neoconstitucionalismo trazendo um panorama do ativismo judicial no Brasil. Após, analisar-se-á a não tipificação da conduta de homofobia e transfobia no ordenamento jurídico brasileiro. Em seguida, será analisado no que tange o julgado da ADO n°26 e do MI n°4733, com ênfase em uma possível afronta ao princípio da legalidade e ao princípio da separação dos poderes. Sob a ótica da Suprema Corte foram apresentados os votos dos Ministros, bem como sob a ótica Doutrinária foram demonstrados uma série de argumentos para a fundamentação sobre uma possível afronta cometida aos Princípios norteadores da Constituição.
Palavras-chave
Constituição, Supremo Tribunal Federal, Ativismo Judicial, Criminalização da Homofobia
