A garantia da ordem pública como fundamento para a decretação da prisão preventiva

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Tipo de documento

TCC

Data de publicação

2025

Departamento

Escola de Gestão Pública, Jurídica, Política e Segurança

Curso

Direito

Local de publicação

Curitiba, Brasil/Paraná

Modalidade de acesso

Acesso aberto

Autor(es)

Santos, Izabele Vitoria

Orientador(es)

Filho, Paulo Silas Taporosky

Coorientador(es)

Membros da banca

Resumo

O presente trabalho tem como objetivo estudar a garantia da ordem pública como fundamento para a decretação da prisão preventiva. A pesquisa se dedica a analisar a conceituação da expressão “ordem pública” para a decretação da prisão preventiva, considerando as diversas interpretações doutrinárias e a jurisprudência consolidada do Superior Tribunal de Justiça. O estudo aborda as questões essenciais da prisão preventiva no processo penal brasileiro, destacando seus pressupostos legais, condições de admissibilidade e os fundamentos previstos no artigo 312 do Código de Processo Penal, com especial ênfase na garantia da ordem pública, fazendo breve menção à garantia da ordem econômica, conveniência da instrução criminal e aplicação da lei penal. Além disso, discute-se o impacto da morosidade dos julgamentos, refletindo sobre a indeterminação temporal da prisão preventiva. O método utilizado foi o hipotético-dedutivo, apoiando-se em periódicos especializados, obras doutrinárias, legislação vigente e julgados do Superior Tribunal de Justiça relevantes, buscando uma análise crítica e fundamentada do tema.

O presente trabalho tem como objetivo estudar a garantia da ordem pública como fundamento para a decretação da prisão preventiva. A pesquisa se dedica a analisar a conceituação da expressão “ordem pública” para a decretação da prisão preventiva, considerando as diversas interpretações doutrinárias e a jurisprudência consolidada do Superior Tribunal de Justiça. O estudo aborda as questões essenciais da prisão preventiva no processo penal brasileiro, destacando seus pressupostos legais, condições de admissibilidade e os fundamentos previstos no artigo 312 do Código de Processo Penal, com especial ênfase na garantia da ordem pública, fazendo breve menção à garantia da ordem econômica, conveniência da instrução criminal e aplicação da lei penal. Além disso, discute-se o impacto da morosidade dos julgamentos, refletindo sobre a indeterminação temporal da prisão preventiva. O método utilizado foi o hipotético-dedutivo, apoiando-se em periódicos especializados, obras doutrinárias, legislação vigente e julgados do Superior Tribunal de Justiça relevantes, buscando uma análise crítica e fundamentada do tema.

Palavras-chave

Prisão preventiva, Garantia da ordem pública, Conceituação

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