“Jane Eyre” e “A intrusa”: a intertextualidade feminina no século XIX

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Tipo de documento

TCC

Data de publicação

2021

Departamento

Escola de Educação

Curso

Letras

Local de publicação

Modalidade de acesso

Acesso aberto

Autor(es)

Santos, Melissa Francisca Silva Lara

Orientador(es)

Laufer, Albertina

Coorientador(es)

Membros da banca

Resumo

Este artigo tem como propósito apresentar as similaridades entre a vida e escrita das autoras Charlotte Brontë e Júlia Lopes de Almeida, a partir dos romances “Jane Eyre e A Intrusa”, que foram escritos durante o século XIX, no qual as mulheres não tinham direitos e dependiam da vontade do homem, um sistema patriarcal e injusto. Buscar-se-á identificar as características psicológicas e sociais das personagens femininas Jane Eyre e Alice e como elas aparecem nas obras, ambas sob a perspectiva de Antonio Cândido, e reconhecer a intertextualidade e a dialogicidade das obras através do ponto de vista Bakthiniano. A metodologia empregada foi a de pesquisa bibliográfica, realizada através da consulta de livros e de documentos da Biblioteca Nacional. Portanto, constatou-se que estudar a escrita de autoras como Charlotte e Júlia se faz importante para que se possa compreender o tempo em que viviam e comparar com textos escritos atualmente, e assim poder perceber o quanto foram justas as denúncias, os anseios e protestos de autoras, e como elas foram e são importantes para que outras viessem depois e escrevessem, ousassem, falassem, e ainda resistirem.

Palavras-chave

Brontë, Bakthin, Intertextualidade Feminina, Séc XIX

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