Pornografia infantil: aspectos da investigação criminal nos casos em que o autor interage com a vítima em redes sociais como FACEBOOK, INSTAGRAM e aplicativo WHATSAPP.
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Tipo de documento
TCC
Data de publicação
2024
Departamento
Escola de Gestão Pública, Jurídica, Política e Segurança
Curso
Direito
Local de publicação
Curitiba, Brasil/Paraná
Modalidade de acesso
Acesso aberto
Autor(es)
Pereira, Elizandro Pellens
Orientador(es)
Silva, Bruna Isabelle Simioni
Coorientador(es)
Membros da banca
Resumo
O presente trabalho objetiva estudar a investigação criminal envolvendo pornografia
infantil, nos casos em que o autor interage com a vítima em redes sociais como
Facebook, Instagram e aplicativo Whatsapp. No capítulo 2, discorrerá sobre a
criação de Lei específica para proteção da criança e adolescente, que, por sua vez,
na seção 2.1 tratará da prioridade legal na investigação de crimes praticados contra
a criança e adolescente. Avançando, no capítulo 3 abordará a escuta especializada
das vítimas nos casos de pornografia infantil. No capítulo 4, a investigação nos
casos de pornografia infantil, tendo na seção 4.1 a questão da competência, na 4.2,
o Marco Civil da Internet, na 4.3, os procedimentos de investigação
(individualização). No capítulo 5 serão tratadas as dificuldades que podem ser
enfrentadas na investigação que, por sua vez, subdividi-se em seções: na 5.1,
utilização do CGNAT, na 5.2, a falta de colaboração dos provedores, na 5.3, a
habilitação de linha celular em nome de terceiros, na 5.4, o acesso a dados
armazenados em dispositivos eletrônicos e, na 5.5, o espelhamento do Whatsapp
Web. A pesquisa foi embasada em livros científicos, legislação e jurisprudência.
O presente trabalho objetiva estudar a investigação criminal envolvendo pornografia infantil, nos casos em que o autor interage com a vítima em redes sociais como Facebook, Instagram e aplicativo Whatsapp. No capítulo 2, discorrerá sobre a criação de Lei específica para proteção da criança e adolescente, que, por sua vez, na seção 2.1 tratará da prioridade legal na investigação de crimes praticados contra a criança e adolescente. Avançando, no capítulo 3 abordará a escuta especializada das vítimas nos casos de pornografia infantil. No capítulo 4, a investigação nos casos de pornografia infantil, tendo na seção 4.1 a questão da competência, na 4.2, o Marco Civil da Internet, na 4.3, os procedimentos de investigação (individualização). No capítulo 5 serão tratadas as dificuldades que podem ser enfrentadas na investigação que, por sua vez, subdividi-se em seções: na 5.1, utilização do CGNAT, na 5.2, a falta de colaboração dos provedores, na 5.3, a habilitação de linha celular em nome de terceiros, na 5.4, o acesso a dados armazenados em dispositivos eletrônicos e, na 5.5, o espelhamento do Whatsapp Web. A pesquisa foi embasada em livros científicos, legislação e jurisprudência.
O presente trabalho objetiva estudar a investigação criminal envolvendo pornografia infantil, nos casos em que o autor interage com a vítima em redes sociais como Facebook, Instagram e aplicativo Whatsapp. No capítulo 2, discorrerá sobre a criação de Lei específica para proteção da criança e adolescente, que, por sua vez, na seção 2.1 tratará da prioridade legal na investigação de crimes praticados contra a criança e adolescente. Avançando, no capítulo 3 abordará a escuta especializada das vítimas nos casos de pornografia infantil. No capítulo 4, a investigação nos casos de pornografia infantil, tendo na seção 4.1 a questão da competência, na 4.2, o Marco Civil da Internet, na 4.3, os procedimentos de investigação (individualização). No capítulo 5 serão tratadas as dificuldades que podem ser enfrentadas na investigação que, por sua vez, subdividi-se em seções: na 5.1, utilização do CGNAT, na 5.2, a falta de colaboração dos provedores, na 5.3, a habilitação de linha celular em nome de terceiros, na 5.4, o acesso a dados armazenados em dispositivos eletrônicos e, na 5.5, o espelhamento do Whatsapp Web. A pesquisa foi embasada em livros científicos, legislação e jurisprudência.
Palavras-chave
pornografia infantil, pedofilia, prioridade absoluta, internet, investigação
