Literatura africana de língua portuguesa como disciplina obrigatória: um debate estrutural essencial

Carregando...
Imagem de Miniatura

Tipo de documento

TCC

Data de publicação

2021

Departamento

Escola de Educação

Curso

Letras

Local de publicação

Modalidade de acesso

Acesso aberto

Autor(es)

Costa, Cátia Gisele Dantas

Orientador(es)

Almeida, Daiane Vithoft

Coorientador(es)

Membros da banca

Resumo

Este artigo é parte da pesquisa sobre negritude e identidade cultural e racial e a relação entre a literatura brasileira e a literatura africana de língua portuguesa. Fundamentada sobre autores que deixaram legado na construção da história da literatura africana colonizada pelos portugueses, também os autores contemporâneos e sua intertextualidade e influências com a literatura brasileira. Também com base nas Leis 10.639/2003 e 11. 645/2008 que estabelecem a obrigatoriedade do ensino da cultura afrobrasileira e indígena na educação básica trazer à reflexão a obrigatoriedade da disciplina de Literatura Africana de Língua Portuguesa que hoje é somente facultativa nas escolas de Ensino Superior. A importância deste artigo surge a partir de determinados questionamentos: Se as literaturas brasileira e portuguesa são obrigatórias por que a Literatura Africana é facultativa? Preconceito, racismo? Má formação dos professores? Desinteresse pela cultura afro? O texto constrói-se com um olhar sobre as literaturas africanas de língua portuguesa e procura ressaltar alguns momentos importantes dos projetos literários de cada um desses cinco países: Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e GuinéBissau, partindo do pressuposto que a educação formal deve enfatizar nossas raízes e a história do processo de formação do povo brasileiro nos currículos, além de preparar os professores para poder enfrentar as situações de discriminação.

Palavras-chave

Literatura Africana, Colonial, Racismo, Valorização

Citação

Coleções

Avaliação

Revisão

Suplementado Por

Referenciado Por