O patrimonialismo na colônia até a Era Vargas

Carregando...
Imagem de Miniatura

Tipo de documento

TCC

Data de publicação

2025

Departamento

Escola Superior de Gestão Pública, Política, Jurídica e Segurança

Curso

Administração pública

Local de publicação

Curitiba/Paraná

Modalidade de acesso

Acesso aberto

Autor(es)

Bitencourt, Giuliano Camargo

Orientador(es)

Ziegmann, André Barsch

Coorientador(es)

Membros da banca

Resumo

Este trabalho analisa a formação e o desenvolvimento do patrimonialismo no Brasil, desde o período colonial até a Era Vargas, compreendendo-o como a fusão entre as esferas pública e privada e a apropriação do Estado por interesses particulares. O estudo tem como objetivo examinar como esse modelo de dominação, descrito por Max Weber como uma forma de autoridade tradicional, moldou a estrutura política e administrativa brasileira, dificultando a consolidação de instituições modernas e impessoais. A pesquisa utiliza abordagem histórica e conceitual, com base em revisão bibliográfica e análise crítica de autores clássicos da interpretação do Brasil, como Gilberto Freyre, Raymundo Faoro e Sérgio Buarque de Holanda. Os resultados indicam que, mesmo diante de diferentes regimes políticos — Colônia, Império, República Velha e Era Vargas —, o patrimonialismo permaneceu como característica estruturante da realidade estatal, adaptando-se às mudanças institucionais e sociais. Conclui-se que a persistência dessa lógica patrimonial explica a dificuldade histórica de construção de um Estado democrático e racional no Brasil, sendo um traço que condicionou a trajetória nacional e que ainda influência, de modo indireto, a administração pública contemporânea.

Palavras-chave

Patrimonialismo, Administração pública, História do Brasil, Max Weber

Citação

Avaliação

Revisão

Suplementado Por

Referenciado Por