A cibersegurança americana e a escola de Copenhague: do paradigma da securitização ao caso Edward Snowden
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Tipo de documento
TCC
Data de publicação
2017
Departamento
Escola de Gestão Pública, Política, Jurídica e Segurança
Curso
Relações Internacionais
Local de publicação
Curitiba/PR
Modalidade de acesso
Acesso aberto
Autor(es)
Rodrigues, Julianny Ribeiro
Orientador(es)
Melo, Leonardo Mèrcher Coutinho Olímpio de
Coorientador(es)
Membros da banca
Resumo
Edward Snowden tornou-se conhecido mundialmente quando revelou programas de coleta de dados em massa realizados pela Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos. A partir disso, a comunidade internacional passou a apresentar questionamentos acerca do direito à privacidade e até onde o espaço cibernético pode ser, de fato, uma ameaça para a sociedade e governos. Com isso, o presente artigo visa demonstrar como o discurso de que uma ameaça está presente na internet pode favorecer a implementação de medidas emergenciais que, pelas vias legais, não poderiam ser feitas. Do ponto de vista teórico, buscaremos uma abordagem que possa assimilar o caso Snowden com a Teoria da Securitização, formulada pela Escola de Copenhague. A importância desta pesquisa deve-se não somente ao fato da grande repercussão que o caso ganhou – uma vez que tal evento não é de todo modo, recorrente, mas também pela sua relevância em termos de políticas de seguranças nacional e internacional e a abrangência ganhada sobre privacidade e vigilância estatal em massa.
Palavras-chave
Caso Snowden, Privacidade, Vigilância, Segurança
