A percepção de guerra e paz por Pablo Picasso: a arte como registro político
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Tipo de documento
TCC
Data de publicação
2018
Departamento
Escola de Gestão Pública, Política, Jurídica e Segurança
Curso
Relações Internacionais
Local de publicação
Curitiba/PR
Modalidade de acesso
Acesso aberto
Autor(es)
Sales, Vitória Gabriela Patriota
Orientador(es)
Melo, Leonardo Mèrcher Coutinho Olímpio de
Coorientador(es)
Membros da banca
Resumo
O presente estudo analisa a arte como registro político e buscar compreender como movimentos artísticos retratam e influenciam contextos e percepções de guerra e paz utilizando-se dos trabalhos de Pablo Picasso. Através do construtivismo e, consequentemente, da diplomacia cultural – aqui não centrada apenas nos Estados, entenderemos o papel do artista ao representar narrativas de conflito de acordo com seus pontos de vista, fomentando o diálogo e a formação de valores, promovendo a interculturalidade. Compreendemos que o entendimento entre agentes da sociedade através do diálogo pode não somente impedir a erupção de conflitos, mas sensibilizar e trazer reflexão sobre dadas temáticas em meio à sociedade civil e, consequentemente, aos indivíduos que alcançam o poder. Como ver é cultural, os principais resultados obtidos apontam para como os trabalhos de Picasso auxiliam na compreensão da construção dos conceitos de guerra enquanto sofrimento, perda humana e violência, e paz enquanto bem maior da humanidade ao nível dos indivíduos, em afinidade com o conceito de paz positiva de Galtung.
Palavras-chave
Diplomacia Cultural, Guerra, Relações Internacionais, Paz Positiva, Pablo Picasso
