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dc.contributor.advisorCoelho, Camila Bottaro Salles
dc.contributor.authorFirstr, Jeferson
dc.date.accessioned2026-08-12T14:58:02Z
dc.date.available2026-08-12T14:58:02Z
dc.date.issued2023
dc.identifier.urihttps://repositorio.uninter.com/handle/1/1842
dc.description.abstractO presente estudo tem como objetivo examinar as relações narcisistas e seu impacto no âmbito patrimonial contra a mulher e contra qualquer um que se defina como tal, visto que comumente as violências são cometidas por indivíduos de seu convívio na constância das relações socioafetivas. O art. 5º da Lei nº 11.340/2006, a Lei Maria da Penha, define violência patrimonial como qualquer omissão ou ação que acarrete dano patrimonial para a mulher, além disso, considera como afetivas as relações sociais formadas: por laços familiares naturais, de afinidade ou por vontade expressa; independentemente de coabitação ou orientação sexual; e, nos casos em que não existam laços familiares entre as pessoas que moram na mesma casa, sendo o convívio esporádico ou não, ou, ainda, tenha deixado de existir anteriormente. Como metodologia, foi empregado o método bibliográfico, com análise qualitativa, quantitativa e hermenêutica das informações encontradas nas diversas fontes consultadas: doutrinas, jurisprudências, leis, sites especializados, entre outras. Para fins de organização, a discussão foi dividida em três etapas: o desenvolvimento do direito patrimonial da mulher; as relações socioafetivas e o patrimônio da mulher no ordenamento jurídico brasileiro; e as ações e as políticas do Estado brasileiro na prevenção e no combate à violência patrimonial contra a mulher.pt_BR
dc.description.abstractO presente estudo tem como objetivo examinar as relações narcisistas e seu impacto no âmbito patrimonial contra a mulher e contra qualquer um que se defina como tal, visto que comumente as violências são cometidas por indivíduos de seu convívio na constância das relações socioafetivas. O art. 5º da Lei nº 11.340/2006, a Lei Maria da Penha, define violência patrimonial como qualquer omissão ou ação que acarrete dano patrimonial para a mulher, além disso, considera como afetivas as relações sociais formadas: por laços familiares naturais, de afinidade ou por vontade expressa; independentemente de coabitação ou orientação sexual; e, nos casos em que não existam laços familiares entre as pessoas que moram na mesma casa, sendo o convívio esporádico ou não, ou, ainda, tenha deixado de existir anteriormente. Como metodologia, foi empregado o método bibliográfico, com análise qualitativa, quantitativa e hermenêutica das informações encontradas nas diversas fontes consultadas: doutrinas, jurisprudências, leis, sites especializados, entre outras. Para fins de organização, a discussão foi dividida em três etapas: o desenvolvimento do direito patrimonial da mulher; as relações socioafetivas e o patrimônio da mulher no ordenamento jurídico brasileiro; e as ações e as políticas do Estado brasileiro na prevenção e no combate à violência patrimonial contra a mulher.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.subjectmulherpt_BR
dc.subjectviolência patrimonialpt_BR
dc.subjectrelações narcisistaspt_BR
dc.subjectrecuperação das vítimaspt_BR
dc.subjectLei Maria da Penhapt_BR
dc.subjectintervenção psiquiátricapt_BR
dc.subjecttratamento das vítimaspt_BR
dc.titleViolência patrimonial como resultado da relação narcisistapt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.degree.grantorCentro Universitário Internacional Uninterpt_BR
dc.degree.departmentEscola de Gestão Pública, Jurídica, Política e Segurançapt_BR
dc.degree.localCuritiba, Brasil/Paranápt_BR
dc.degree.date2023pt_BR
dc.degree.graduationDireitopt_BR
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR


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